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Veja depoimento
sobre ejaculação precoce.

  





Quem Somos

Somos uma equipe multidisciplinar, com um médico e um psicólogo cognitivo comportamental, voltada exclusivamente para o diagnóstico e o tratamento dos transtornos sexuais masculinos. A boa função sexual masculina depende tanto de aspectos orgânicos como psicológicos, que funcionam ao mesmo tempo e o tempo todo. Não se pode tratar essa a sexualidade masculina só por um lado; não é correto e nem honesto que os pacientes sejam vistos e tratados apenas pelo médico, ou seja, só “pela metade”.

O Dr. Henrique Chvaicer, médico urologista com longa experiência no diagnostico e tratamento da disfunção erétil e da ejaculação precoce, faz a avaliação das causas orgânicas que possam existir em cada caso; a parte psicológica e comportamental é avaliada pelo Dr. Antonio Carvalho, psicólogo com formação em terapia cognitiva comportamental, professor e orientador de pós-graduação na área de sexualidade.

Chamamos essa abordagem global, médico-psicológica, de “Terapia Combinada”, onde as causas orgânicas e as causas emocionais são investigadas através de consulta, exames e entrevista. Costumamos convocar as parceiras dos nossos pacientes, sempre que isso é possível e de interesse para ajudar no tratamento.

Por que o nosso tratamento é melhor do que os outros?

Nossa “Terapia Combinada” é a melhor maneira de tratar; ninguém recupera a sexualidade dos pacientes como nós recuperamos. Enquanto os outros grandes centros médicos se preocupam apenas em medicar, nós tratamos. Temos um diferencial importante em relação às outras clinicas que também atendem homens com problemas de sexualidade masculina que é recuperar os pacientes o mais rápido possível à sua situação de normalidade sem que eles fiquem dependentes de nenhum tipo de medicação.

Em quase todos os centros de tratamento de disfunção sexual masculina, o médico irá mandar voce tomar algum dos comprimidos (inibidores da PDE-5) existentes no mercado. Quase todos fazem e mesma coisa, prescrevem comprimidos e consideram que voce está tratado.

Se você se consultar com qualquer outro médico, em qualquer lugar do Brasil ou do mundo, ele provavelmente vai mandar você tomar uma medicação oral para tratar a disfunção erétil sempre que for ter uma relação sexual ou ficar tomando um antidepressivo por meses a fio para tratar a sua ejaculação precoce. Desse modo o médico atende ao interesse do paciente, o paciente fica medicado, o problema melhora por algumas semanas, mas ... não desaparece. Apenas se trocou um problema por outro, pois se antes o paciente tinham medo de falhar ao ter relação, agora ele tem medo de esquecer de tomar o remédio. Antes o paciente era um “impotente” e agora ele é um “dependente”.

No nosso método de tratamento, com a Terapia Combinada, o acompanhamento psicológico ajuda a reduzir a dose da medicação, na medida em que os pacientes recuperam a sua ereção e o seu controle ejaculatório, de modo a estar com tudo resolvido (dependendo do caso) em 2 a 4 meses de tratamento. As outras clínicas formam legiões de “escravos dos medicamentos”, nós formamos apenas homens auto confiantes e potentes. Temos inúmeros casos de pacientes que nos procuram vindo de outros centros de tratamento como o Boston, Orion, Pro Men, sempre com a mesma queixa: o médico faz uma rápida consulta, seguido de um exame em um aparelho que mede a sensibilidade do penis, segue-se um teste com uma medicação injetável e depois o paciente é encaminhado para um funcionário que vende a medicação a um custo de R$ 3 mil a R$ 4 mil por 6 meses de tratamento. Esses pacientes não fazem nenhuma avaliação psicológica do seu estado emocional, são avaliados apenas parcialmente e orientados para um modo de tratamento que inevitavelmente os deixará dependentes da medicação injetável. Em geral estas clinicas, por algum motivo, impedem a presença das parceiras na consulta , quando na nossa clinica elas fazem parte do tratamento e são muito bem vindas.

Leia mais sobre a “Terapia Combinada” no link H.Ellis.
http://www.arquivoshellis.com.br/revista/03_011106/03_011106_ahellis_01.pdf#page=9